A localidade da Merceana viu nascer há 100 anos o periódico quinzenal O Merceanense. Este título teve duas edições: uma em 1911 e outra entre 1917 e 1931.
Na edição do centenário, António Borges era o director, Eduardo Cardoso editor, secretário Graciano Caiano e administrador José A. Neves.
27/09/2011
26/09/2011
Damião de Góis em 1511
Há 500 anos, Damião de Góis, com 9 anos de idade, entra para o Paço da Ribeira como pajem do rei D. Manuel.
Herói
Há 75 anos, nasce em Alenquer, em 25 de Setembro de 1936, o herói Jorge Manuel Catalão de Oliveira e Carmo, oficial da marinha portuguesa, que se distinguiu na guerra da Índia Portuguesa, na qual acabou por perder a vida.
25/09/2011
Frei Zacarias
Em 1611, foi feita a trasladação dos ossos de frei Zacarias para a capela-mor do convento de S. Francisco, em Alenquer, do qual foi fundador por volta de 1222.
24/09/2011
Auto-de fé
Há 400 anos, por auto-de-fé de 31 de Julho de 1611, Manuel Botelho, nascido em Beja e morador em Ribafria, Alenquer, foi sentenciado pelo tribunal do Santo Ofício ao confisco de seus bens, abjuração em forma, cárcere e hábito perpétuo, para além das penitências espirituais.
Manuel Botelho, tinha 58 anos de idade, era cristão-novo e o crime de que vinha acusado era o de judaísmo. Filho de André Botelho, mercador, e de Catarina Nunes, casado com Maria Lopes. Mãe e mulher ambas cristãs-novas.
O réu era rendeiro do Conde de Vimioso e distribuidor da moeda de Lisboa.
A sentença foi pronunciada dois anos depois da sua prisão.
23/09/2011
Batalhão de Voluntários
Em finais de Julho, há 100 anos, a câmara municipal solicitou ao ministro da guerra que este providenciasse a vinda de um instrutor militar para dar instrução ao batalhão de voluntários da vila.
A instrução deveria realizar-se aos domingos à tarde, responsabilizando-se a direcção do batalhão com as despesas de transporte e alimentação do instrutor.
22/09/2011
CCAM
Em Julho passado, fez 100 anos que os estatutos da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Alenquer foram aprovados.
Moralidade e Conveniência
Em 1911, vários moradores da rua Serpa Pinto, no Areal, fazem chegar à câmara municipal um ofício, onde pedem que se não faça uma retrete na travessa do Porco Espinho, confinante com aquela rua, evocando razões de "ordem moral e conveniência familiar".
A câmara decide ouvir os signatários quando levar a obra a execução, tomando então "uma resolução definitiva sobre o assunto".
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