Em 1911, vários moradores da rua Serpa Pinto, no Areal, fazem chegar à câmara municipal um ofício, onde pedem que se não faça uma retrete na travessa do Porco Espinho, confinante com aquela rua, evocando razões de "ordem moral e conveniência familiar".
A câmara decide ouvir os signatários quando levar a obra a execução, tomando então "uma resolução definitiva sobre o assunto".
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